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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Garantia para a vida



O Senhor é quem vai adiante de ti, Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará... Deuteronômio 31:8

            Há três anos, comprei uma mala com garantia para toda a vida. O fabricante disse: “Não nos importa quem a quebrar, nós a consertaremos ou a substituiremos, de graça _ para sempre.” Para o seu crédito, a companhia a consertou duas vezes, como haviam prometido. Mas há algumas semanas, eu soube que esta companhia estava indo à falência e o seu futuro estava em dúvida. Se a companhia desaparecesse, a garantia também desapareceria.
            Neste mundo, no qual nem sempre podemos depender de garantia, existe uma promessa na qual podemos confiar. Através de todas as Escrituras, encontramos a promessa do Senhor de estar com o Seu povo. Em Deuteronômio 31, lemos as palavras de confiança de Moisés a Josué: “O Senhor (...) será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te atemorizes” (v. 8).
            Esta promessa se repete no Novo Testamento: “...Porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13:5-6). A promessa da presença infalível de Deus conosco é a nossa chave para vivermos com confiança e contentamento.
            Não importa quantas promessas não são cumpridas por pessoas, as promessas de Deus durarão por todo o tempo e eternidade. Porque Ele é eterno, Ele pode dar-nos uma garantia eterna.

David C. McCasland

Nosso Andar Diário

terça-feira, 30 de junho de 2015

Cordeiro




[Abraão disse a Isaque:] Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho. (Gn 22:8a)

            Uma das mais importantes histórias do Antigo Testamento, mesmo parecendo um inominável absurdo, é a do obediente cumprimento de Abraão à ordem de Deus para sacrificar o seu amado filho Isaque. Conforme o texto de Gênesis 22:1-19, Deus fez isso para coloca-lo à prova. Abraão já esperara longos 100 anos para ter apenas um filho com Sara, quando a promessa era de que ele teria uma descendência tão numerosa quanto o pó da terra (Gn 13:16).
            Na narrativa do fato podemos destacar três aspectos:
1- Próximo ao local indicado por Deus, Abraão deixa ali seus dois servos, subindo apenas com o filho e os utensílios necessários ao sacrifício, e diz a eles: “Depois de adorarmos, voltaremos.”
2- Quando Isaque indaga sobre a ausência do costumeiro animal a ser dedicado a Deus, seu pai responde o que está no versículo em destaque.
3- No momento em que Abraão pega a faca para matar o filho já amarrado sobre a lenha no altar, uma voz do céu se faz ouvir, suspendendo a execução. Abraão não negara o “filho da promessa” ao Senhor, demonstrando assim que O temia acima de tudo.
            Conclui-se, pois, que Abraão tinha a certeza de que Deus faria alguma coisa, pois disse voltaremos (termo no plural): ressuscitaria Isaque (Hb 11:19) ou providenciaria, como de fato fez, o necessário substituto. Sua obediência e fé (Hb 11:17) são exemplos para nós hoje.
            Finalmente, Deus de fato interveio não deixando que se consumasse o holocausto, fato que confirmou sua fidelidade. Também cumpriu sua promessa descendência com a formação do povo de Israel, no qual nasceu Jesus, identificado como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29b). Ele foi enviado ao mundo para morrer em nosso lugar, assim como aquele animal tomou o lugar de Isaque. Você já reconheceu tão grande sacrifício e entregou sua vida a Cristo?
Edmar Torres Alves
Pão Diário


Cristo é o cordeiro substituto que morreu em nosso lugar.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Nunca a sós




Se alguém me ama (...)viremos para ele e faremos nele morada. João 14:23

            Você alguma vez se sentiu sozinho? Realmente sozinho? Muitas pessoas podem responder com um sim porque se sentem dessa maneira todos os dias. Não me refiro às pessoas que vivem em uma cabana remota, no lato de uma montanha e longe da civilização. Estou falando daqueles que se sentem sós no meio à multidão, num centro de compras ou numa igreja lotada.
            Refiro-me às pessoas que simplesmente não conseguem alguém com quem podem se conectar. Talvez sejam recém-chegados em uma comunidade. Talvez tenham perdido um cônjuge ou simplesmente se sintam sozinhos porque acham que são diferentes; incomuns e se excluem da comunicação normal com os outros.
            Você alguma vez esteve só, realmente só? Se este for o seu caso, então há boas-novas. Se você convidou a Cristo pra entrar em sua vida como Salvador e Senhor, você nunca está sozinho. Você tem a Sua presença constante. Eis aqui a Sua promessa: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos” (Mateus 28:20). E a promessa de Deus, o Pai: “...De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5). Reconheça como o salmista que não existe um lugar que você possa ir, onde Deus não estará como você (Salmo 139:7).
            Claro, todos nós necessitamos companheiros de carne e sangue, mas não devemos deixar de ver a realidade da presença de Deus. Podemos depender desta presença. Com Ele ao nosso lado, nunca estaremos sozinhos.
Dave Branon
Pão Diário


A presença de Deus em nós é um de Seus presentes.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

A morte da morte




O último inimigo a ser destruído é a morte. 1 Coríntios 15:26

            Quando eu tinha oito anos, tentei negar a realidade da morte. Aconteceu no funeral da minha avó. Ao ver o seu corpo sem vida no caixão, lembro-me de te pensado: Se algum dia isto acontecer comigo, simplesmente me levantarei e irei embora.
            Agora tenho quase 70 anos, e vejo a morte de forma diferente. Dirigi muitos funerais e tive que me despedir de meus pais, de todas as minhas tias e tios e de muitos amigos. Já não posso mais negar a dura realidade da morte. Ela separa os elos mais estreitos da vida, deixa corações quebrantados, conduz à solidão e abre torrentes de lágrimas. Usar palavras mais agradáveis e chamar os serviços funerais de “celebrações” não mudam os sentimentos.
            Entretanto, existe uma realidade maior que pode nos dar força de vontade, para seguir vivendo com esperança. Jesus Cristo rompeu o poder da morte. Ele “levantou-se e saiu andando” do túmulo. E um dia, esse “último inimigo” como Paulo o chamou, vai ser destruído para sempre (1 Coríntios 15:26). O apóstolo Paulo falou o seguinte: “...Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (vv 54-57).
            Louvado seja Deus! A morte da morte é certa!
Dennis J. De Haan
Nosso Andar Diário


Por causa do túmulo vazio de Jesus, podemos estar cheios de esperança.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

João é um homem humilde e iletrado. Ainda assim, Deus o usou para iniciar o processo de paz em Moçambique. O nome dele não aparece em qualquer documento oficial; tudo o que ele fez foi marcar um encontro entre dois de seus conhecidos -- o embaixador queniano Bethuel Kiplagat e um moçambicano. No entanto, essa apresentação iniciou os acontecimentos que levaram ao tratado de paz após dez anos de Guerra Civil.
A partir dessa experiência, o embaixador Kiplagat compreendeu a importância de respeitar a todos. "Você jamais rejeita as pessoas porque são iletradas, brancas ou negras, porque são mulheres, porque são jovens ou idosas. Todo encontro é sagrado e precisamos valorizar tal reunião," declarou o embaixador. "Você nunca sabe qual palavra pode estar lá para você."
A Bíblia confirma que isto é verdade. Naamã era um grande homem na Síria quando contraiu a temida doença da lepra. Uma serva que ele tinha capturado em Israel disse à esposa de Naamã que o profeta Eliseu poderia curá-lo. Por Naamã estar disposto a ouvir esta humilde serva, sua vida foi poupada e ele pôde conhecer o único Deus verdadeiro (2 Reis 5:15).
Muitas vezes, Deus fala por intermédio daqueles a quem poucos estão dispostos a escutar. Para ouvir Deus, assegure-se de ouvir os humildes.
Deus usa pessoas comuns para executar Seu plano extraordinário.

Julie Ackerman Link
Nosso Andar Diário

terça-feira, 12 de maio de 2015

Deus é suficiente



Vamos encarar isso - a ansiedade e a preocupação não trazem vantagens! Elas destroem a nossa saúde, roubam a nossa alegria e não mudam nada! Os nossos dias não têm a mínima chance contra os terroristas da Terra da Ansiedade.
Mas Cristo oferece uma bazuca contra a preocupação. Você se lembra de como Ele nos ensinou a orar? “Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia” Mateus 6:11. Esta simples frase revela o plano da provisão de Deus: viva um dia de cada vez.
A preocupação dá grandes sombras a pequenos problemas. Corrie ten Boom disse, “A preocupação não tira os aborrecimentos de amanhã; ela tira a força de hoje”. E Romanos 8:28 afirma: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”.
A maior parte da ansiedade vem, não do que precisamos, mas do que queremos. Filipenses 4:4 diz, “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!”
Se Deus é suficiente, você sempre terá o suficiente!

 Max Lucado

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A Ira




O Senhor se irou com Moisés. Ex 4:14ª

            Há momentos em que nos surpreendemos com a palavra ira sendo atribuída a Deus, como em Êxodo 4:1-17. O Senhor viu a aflição do povo de Israel, ouviu o clamor por causa de seu sofrimento e agiu para livrá-lo das mãos dos egípcios e levá-lo para uma terra vasta e boa, onde havia muito alimento. Para essa missão ele convocou Moisés, que teria de falar com o faraó. Moisés procurou se esquivar do encargo e da própria missão dada por Deus, alegando dificuldade em falar _ e isso depois de muita argumentação. Foi aí que Deus manifestou a sua ira e mencionou o irmão de Moisés, Arão, que era muito eloquente. Ele poderia cumprir o papel de “boca” de Moisés, que por sua vez seria o mensageiro divino, transmitindo ao irmão o que deveria dizer ao faraó. Moisés obedeceu e a missão teve êxito.
            Na palavra de Deus há outros exemplos em que o Senhor deixa bem aparente a sua ira em razão da desobediência. Há até a passagem na qual Jesus manifestou, com certa dureza, o seu desagrado com os vendedores no templo (Mt 21:12-13). Mas a ira de Deus é justa, não é vingativa nem má e tem a ver com sua santidade. Deus é amor _ o que não é um mero sentimentalismo, mas uma qualidade coerente em sua essência. A ira humana é diferente: dura dias seguidos e com isso a pessoa guarda mágoa, ressentimento e rancor, transformando-a em ódio. A orientação de Deus, dada por meio de Paulo em Ef 4:26-27, é de que, ao irarmos, nos acalmemos o mais rápido possível, para não desenvolvermos as consequências ruins citadas acima. Ou seja, nossa ira _ mesmo sendo justa _ desagrada a Deus quando não nos reconciliamos de imediato e deixamos que aquele sentimento permaneça para os dias subsequentes, quando então o diabo aproveita a oportunidade para destruir os relacionamentos.
            Lembremo-nos sempre de que devemos perdoar os que nos magoaram. Além disso, temos de pedir perdão a Deus quando nossas atitudes o deixam irado.

Edmar Torres Alves
Pão Diário


Domine sua ira antes que ela domine você.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Confiança



Em Deus, cuja palavra eu louvo, em Deus eu confio e nada temerei. Sl 56:4

            Blaise Pascal era cristão, cientista, filósofo e autor de diversos livros. Teve uma vida curta, porém incomum. Com 16 anos publicou o primeiro estudo matemático. Aos 20, inventou uma calculadora. Todavia, sua vida foi marcada por doença e sofrimento. Desde os seus 18 anos de idade não viveu sequer um dia sem sentir dores. Faleceu aos 39 anos.
            Ele escreveu um memorial com um impressionante testemunho de sua conversão e uma oração de enfermos, tida como uma das suas obras mais preciosas. Lá consta: “Senhor, conceda-me a graça de unir o Teu consolo às minhas dores para que eu sofra como um cristão. Não te peço que me livres da dor; mas peço-te que eu não seja entregue à dor sem o consolo do Teu Espírito. Não te peço uma superabundância de consolações em qualquer dor. Também não te peço abundância de sofrimento sem o Teu consolo. Mas peço-te uma coisa só, Senhor: poder experimentar ao mesmo tempo a dor e o consolo do Teu Espírito. Pois é nisso que consiste a verdadeira essência de ser cristão. Não quero sentir dor sem consolo mas dor e consolo para que no fim eu alcance o alvo em que somente terei consolo sem qualquer dor”. Esta oração demonstra um pouco da vida de fé desse homem.
            Tinha um relacionamento pessoal com o Senhor, em cuja presença vivia. Como o salmista, experimentou que quem conhece Deus sabe em quem confiar. Sabia que ninguém melhor que o Senhor podia compreendê-lo. Sabia a quem recorrer nos momentos de aflição. Tinha uma fonte de onde buscava forças e consolo.
            Sua vida, apesar de tudo que sofria, tinha um sentido e uma esperança. Veja: o salmista conhecia tudo que é fundamental para viver e sobreviver nas contrariedades que a vida nos impõe. Isso era fruto de sua fé e do seu relacionamento com o Senhor. Urge, pois, que cresçamos na nossa comunhão com Jesus e na nossa dependência Dele. Esta já é sua experiência?

Lodemar Schlemper

Pão Diário

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Líder ou seguidor?

E (Jesus) disse-lhe: “Segue-me”. Lucas 5:27

                Um amigo perguntou a Gandhi: “Se você admira tanto a Cristo, por que não se torna um cristão?” Diz-se que ele respondeu: “Quando encontrar um cristão que seja um verdadeiro seguidor de Cristo, talvez eu considere esta possibilidade.”
                Mas é exatamente isso o que deveria ser um cristão _ um seguidor de Cristo, Joe Stowell, ex-presidente do Instituo Bíblico Moody, escreveu em Following Christ (Seguindo Cristo, inédito em português): “Muitos de nós vivemos a nossa fé, como se Cristo estivesse nos seguindo. Chegamos a crer que Cristo veio para satisfazer as nossas exigências. Essa forma de religião que serve a si mesma parece dizer que Cristo é apenas algo a mais na vida, que Ele vai realçar e dar valor aos nossos sonhos.”
                Quando Jesus chamou Seus discípulos para segui-lo, Ele quis Dizer que iria à frente e que eles deviam acompanhá-lo (Lucas 5:27). Como aqueles discípulos, nós também precisamos renunciar a nossa vontade, obedecê-lo e nos dispor a perder a vida por amor a Ele.
                Aparentemente é algo simples, mas, na realidade, não conseguimos fazê-lo por conta própria. Somente renunciando, todos os dias, aos nossos próprios planos e confiando na direção do Espírito Santo, poderemos cooperar com a Sua obra em nós.
                Essa é a maneira de Deus nos ensinar como seguir a Cristo; não devemos ir à Sua frente, mas obedecê-lo quando Ele diz: “Segue-me”.

Anne Cetas

Nosso Andar Diário

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Conte!



Contaremos à próxima geração os louváveis feitos do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez. Sl 78:4b

            Quando Deus realiza seus milagres em nossa vida _ grandes ou pequenos, constantes ou em épocas especiais _ de que forma esses fatos impactam a vida daqueles que nos cercam? Nossos familiares, por exemplo, sabem o que Deus fez e tem feito em nosso benefício? Percebem nossa vida sendo transformada dia a dia pelo Senhor e como Ele nos sustenta e fortalece?
            O Salmo 78 relata diversos milagres realizados pelo Senhor enquanto conduzia Israel pelo deserto, na conquista de Canaã e até época em que foi escrito. Seu autor não tinha presenciado a maioria daqueles fatos, como o Mar Vermelho se abrindo para o povo passar. Porém, conhecia a história de seu povo porque seus pais tinham contado tudo o que Deus fizera. Sua própria fé fora baseada nessa história _ que hoje conhecemos porque está registrada na Bíblia. E o que ele faria com ela? Guardaria para si, ou repartiria com os outros? A resposta está no versículo em destaque.
            É preciso sempre relembrar nossas experiências com Deus, pois corremos o risco de esquecer o que ele já fez e ainda faz em nossa vida e de nos tornarmos pessoas que só reclamam de tudo. Foi o que aconteceu com muitos israelitas, obstinados e infiéis. Quem se afasta de Deus e esquece seus milagres deixa de reconhecer que Ele ainda atua hoje e, aos poucos, esquece até mesmo sua fé.
            Deus tem feito milagres em sua vida? Você percebe seu cuidado e sustento a cada dia? Então, conte aos outros! Em especial, não deixe de mostrar aos seus filhos como Deus cuida de sua família. As próximas gerações precisam conhecer Deus e ter um relacionamento com Ele. Contribuímos para isso quando demonstramos nossa fé por meio de nossas ações e reconhecemos com gratidão o agir de Deus em nossa vida. Nossa fé é o maio legado que podemos deixar aos nossos descendentes.

Vanessa Weiler Ribas
Pão Diário

terça-feira, 24 de março de 2015

Faça o bem secretamente


“Gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens” (Mateus 6:5).


                Esta é a definição prática de hipocrisia: “ser visto pelos homens”. A palavra grega para hipócrita, hypokrités, originalmente significava “ator”. Os atores do primeiro século usavam máscaras. Um hipócrita, portanto, é alguém que coloca uma máscara, um rosto falso.
                Jesus não disse, “Não façam boas obras”. Nem instruiu, “Não deixe que suas obras sejam vistas”. Nós devemos fazer boas obras, e algumas obras, tais como benevolência ou ensino, devem ser vistas para terem impacto. Então sejamos claros. Fazer uma coisa boa é uma coisa boa. Fazer o bem para ser visto não é. Na verdade, fazer o bem para ser visto é uma ofensa grave. Aqui está por que.
                A hipocrisia afasta as pessoas de Deus. Quando as almas ávidas por Deus entram em uma congregação de aspirantes a superastros, o que acontece? Quando os que procuram Deus veem cantores pomposos como artistas de Las Vegas... Quando eles ouvem o pregador – um homem de cabelo, roupas e palavras polidas – atuar para a multidão e excluir Deus... Quando os outros participantes se vestem para serem vistos e fazem muito dos seus dons e ofertas... Quando as pessoas entram em uma igreja para ver Deus, mas não conseguem ver Deus por causa da igreja, não pense nem por um segundo que Deus não reage. “Tomem cuidado especialmente quando tentarem ser bons para que vocês não façam disso uma apresentação teatral. Talvez seja uma boa cena, mas o Deus que fez vocês não estará aplaudindo” (Mateus 6:1 MSG).
                A hipocrisia afasta as pessoas de Deus. Então Deus tem uma política de não tolerância. Deixe que os corpos frios e sem vida do casal fraudulento publiquem seu aviso intencional. Vamos levar a hipocrisia tão a sério como Deus a leva. Como nós podemos?
                Não espere créditos pelas boas ações. Nenhum. Se ninguém notar, você não fica desapontado. Se alguém notar, você dá o crédito a Deus. Faça esta pergunta a você mesmo: se ninguém soubesse do bem que faço, mesmo assim eu o faria? Se não, você o está fazendo para ser visto pelas pessoas.
                Dê doações financeiras em segredo. O dinheiro mexe com o falso dentro de nós. Nós gostamos de ser vistos ganhando-o. E nós gostamos de ser vistos dando-o. Então “quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que está fazendo a direita” (Mateus 6:3).
                Não finja espiritualidade. Quando você for à igreja, não escolha um assento apenas para ser visto ou cante apenas para ser ouvido. Se você levantar suas mãos em adoração, levante mãos santas, não mãos chamativas. Quando você falar, não falsifique o seu vocabulário com expressões religiosas modernas. Nada enjoa mais do que um “Louve ao Senhor” falso, um “Aleluia” superficial ou um “Glória seja a Deus” fingido.
                Conclusão: não faça da sua fé uma apresentação teatral. “Olhem para mim! Olhem para mim!” é um grito usado no parquinho, não no reino de Deus. Silencie as trombetas. Cancele o desfile. Chega de mencionar nomes. Se os elogios vierem, educadamente devie-os antes que você acredite neles. Destrua o desejo de ser notado. Desperte o desejo de servir a Deus.
                Preste atenção no conselho de Cristo: “Lave primeiro o copo por dentro, e então a parte de fora também ficará limpa!” (Mateus 23:26 NTLH). Coloque foco na parte de dentro e a parte de fora cuidará de si mesma. Coloque os seus motivos diante de Deus a cada dia, a cada hora. “Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração! Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho eterno” (Salmos 139:23-24 NTLH).
                Faça coisas boas. Apenas não as faça para ser notado. Você pode ser bom demais para seu próprio bem, você sabe.
                “Mas quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que está fazendo a direita, de forma que você preste a sua ajuda em segredo. E seu Pai, que vê o que é feito em segredo, o recompensará” (Mateus 6:3-4).
                Senhor, o senhor deixa claro em sua Palavra que odeia a hipocrisia, sobretudo porque ela afasta as pessoas do Senhor. Então, Pai, eu oro que o Senhor diminua a minha tendência natural a procurar reconhecimento pessoal por quaisquer coisas boas que o Senhor permite que eu faça. Não quero ser falso, mas também não quero ser um caçador de glória. Encha-me com o seu Espírito e ensine-me a seguir o seu exemplo dando alegremente toda a glória a seu Filho.



Max Lucado

quarta-feira, 18 de março de 2015

Pouco a pouco!


Pouco a pouco os lançarei de diante de ti, até que te multipliques e possuas a terra por herança. Êxodo 23:30          

            Há anos quando eu ainda era menina, minha mãe me deu um de seus livros favoritos, a fim de que este me ajudasse como tinha sido uma ajuda para ela. Eu gostava de uma história em particular, mas nunca imaginei que ela me seria importante anos mais tarde.
            Tratava-se de um menino com uma pequena pá. Ele Estava tentando abrir um caminho em meio à neve alta e recente, em frente à sua casa. Um homem parou para observar a enorme tarefa daquela criança, e perguntou: “Menino, como alguém que é tão pequeno como você pode achar que irá terminar uma tarefa tão grande?” O menino olhou para ele e responde confiante: “Como? Pouco a pouco!” E continuou a remover a neve.
            Deus me lembrou desta história numa época em que estava me recuperando de uma crise.
            Eu me lembro como o meu ego “adulto” zombava da criança “fraca” dentro de mim: “Como pode uma pessoas limitada como você pensar em dar conta de uma montanha tão enorme como esta?” A resposta do menino tornou-se a minha resposta: “Como? Pouco a pouco!” E eu consegui _ dependendo de Deus. Mas foi por meio de pequenas vitórias, uma após a outra.
            Os obstáculos que estavam diante de Israel, quando se encontrava às portas da terra que Deus havia prometido aos israelitas, devem ter dado a impressão de serem insuperáveis. Mas Deus não lhes pediu para fazerem tudo de uma vez. “Pouco a pouco” é a estratégia para chegar à vitória.

Joanie Yoder

Nosso Andar Diário

terça-feira, 10 de março de 2015

Queda de braço!

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica...Filipenses 4:6

            Quem sabe você também já brincou de queda de braço quando era criança. Você entrelaçava os seus dedos com os dedos do adversário e cada um tentava dobrar as mãos do outro até um gritar: Misericórdia! O vencedor era aquele que conseguia fazer o outro desistir.
            Muitas vezes, quando oramos, tentamos brincar de queda de braço com Deus. Temos um pedido e gostaríamos desesperadamente que este fosse respondido de certa maneira, e então “tentamos dobrar os Seus dedos” e fazê-lo ceder. Quando vemos que não estamos ganhando, tentamos com um pouco mais de força a fim de convencê-lo a atender os nossos pedidos e súplicas. Quem sabe até desistimos, mas sentimos rancor e dizemos: “O Senhor sempre ganha! Isto não é justo!”
            Deus tem prazer num coração honesto. Mas em determinadas ocasiões o que se manifesta, com a nossa honestidade, é um espírito impositivo. Bem lá no íntimo sabemos que a oração não é um meio de competir com Deus, de querer vencer a Deus. Em nossos momentos de sabedoria, sabemos que devemos trazer nossos pedidos e entregar-lhes diante do Senhor, confiando na Sua graça e esperando pelas Suas respostas (Filipenses 4:6-7). A autora Hannah Whitall Smith disse: “Fique contente e desejoso em lançar-se sem reservas em Seus braços amorosos, entregando as rédeas a Ele.”
            Em vez de orar com resignação e rancor dizendo: “O Senhor sempre ganha”, entregue-se a Ele e diga: “Misericórdia!”

Anne Cetas
Nosso Andar Diário


A oração não é um tempo para darmos ordens _ mas para nos apresentarmos, a fim de cumprir as ordens!

domingo, 8 de março de 2015

A você, mulher

“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.” Pv. 31:10

                O significado do termo “valor” vai além de simplesmente preço de algo. Tal palavra também denota merecimento, talento, reputação, coragem e valentia, características da mulher virtuosa.
                Já tentei visualizar a mulher guerreira descrita nessa passagem, mas nunca consegui. Seria esse “mulherão” loira, morena ou ruiva? E a cor de seus olhos: castanhos, verdes, azuis ou negros? Seu rosto teria traços delicados e suaves ou fortes e marcantes? Seu corpo seria frágil e pequeno ou “sarado” e forte?
                A aparência importa? Não. Hoje sei porque nunca consegui imaginá-la. O que foi traçado, em Provérbios, foi o seu caráter e não o seu físico. Como ser uma mulher que corresponda a essa descrição? Ela não só cuidava, de forma exímia, de seu lar esposo e filhos, mas também fazia negócios e ajudava a gerenciar as finanças da casa.
                Dignidade, força, iniciativa e atitude são características descritas nesses versículos. Penso: “Será que essa mulher existe ou existiu?” Talvez tal descrição não seja a de uma mulher específica, mas a de um padrão de mulher ideal. Por isso não se frustre, minha amiga, caso não consiga corresponder a todas essas expectativas, mas promova uma busca diária da presença de Deus, que é o caminho para alcançarmos o padrão de conduta ideal como mulheres cristãs que somos.
                Que Deus a abençoe! Feliz dia internacional da mulher!

Rônia Malafaia

Texto extraído do Devocional Semear

domingo, 1 de março de 2015

Você está lutando?

Considerai...aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis...Hebreus 12:3



                Após dois anos como viúva, eu estava lutando muito. Manhã após manhã, a minha vida de oração consistia de um único pensamento: “Senhor, eu não deveria estar lutando desta maneira!” “E por que não?” a voz de Deus me perguntava suavemente a cada manhã.
                Logo veio a resposta _ orgulho, que eu não havia reconhecido! De alguma maneira, achei que uma pessoa com a minha maturidade espiritual deveria estar muito além destas lutas interiores. Que pensamento ridículo! Eu nunca tinha sido viúva antes e necessitava da liberdade em ser uma verdadeira aprendiza _ mesmo que fosse uma aprendiza relutante.
                Ao mesmo tempo, lembrei-me da história de um homem que ficou observando o casulo de uma borboleta para observá-la emergir. Observando como o inseto lutava para sair através de uma pequena abertura, o homem tentou ajudá-la. Ele aumentou a abertura fazendo um pequeno corte. O inseto saiu com facilidade, mas suas asas ficaram, enrugadas. A luta para passar pela abertura estreita é a maneira que Deus criou para forçar o fluido a passar do corpo do inseto para as suas asas. O corte misericordioso, na realidade foi danoso.
                Hebreus 12 descreve a vida cristã como uma corrida que envolve a perseverança, a disciplina e a correção. Nunca estaremos além da necessidade de lutarmos contra o egoísmo e o pecado. Algumas vezes esta luta é exatamente o que precisamos para nos tornarmos as pessoas que Deus quer.

Joanie Yoder
Nosso Andar Diário


Experimentamos as forças que vêm de Deus  na tensão das nossas lutas.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Vencendo a carne

 “Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer esse eu continuo fazendo. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:19,24)
                Estamos nos dias de carnaval, festa que, como o próprio nome diz, se refere à carne. Nela os homens dão vazão aos desejos mais extravagantes.
                Muitas vezes olhamos para as pessoas que usam esses dias para “se saciarem” e conseguimos apontar nelas todas as coisas que precisam abandonar. Mas fico a me perguntar: quem precisa vencer a carne? Elas? Ou todos nós? Até que ponto podemos dizer que já a derrotamos? Até que ponto já a dominamos e crucificamos? Não queremos julgar, mas julgamos, não queremos olhar, mas olhamos, não queremos falar, mas falamos. Isso é sinal de que ainda temos coisas que precisam ser vencidas. Não dá para olharmos pra elas e nos esquecermos de nós.
                O apóstolo Paulo dizia a respeito de sua própria vida: o mal que não quero continuo a fazer. Ele tinha ciência de que ainda tinha muito que melhorar. Com oração, vigilância constante e purificação pela Palavra ele vencia cada nova batalha do seu dia. Assim como Paulo, precisamos continuar firmes nessa luta, tendo desejo e postura adequados para que sejamos encontrados como pessoas que querem estar, a cada dia, mais perto do caráter de Cristo e sendo achadas disponíveis para o uso do Senhor, nunca nos esquecendo de olhar para nós mesmos e vencendo a carne diariamente.

Kenia Costa Gregorio

Texto extraído do Devocional Semear

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Julgar ou não julgar


 
Não julgueis para que não sejais julgados.
Mateus 7:1



                Existe melhor forma de dizer para as pessoas que cuidem dos seus próprios assuntos do que citar Jesus? Pessoas que raramente leem a Bíblia são rápidas em citar Mateus 7:1 quando querem calar alguém, cuja opinião não gostam. “Não julgueis, para que não sejais julgados” parece ser a resposta perfeita.

                Todavia, dentro do contexto, a passagem indica que, de fato, devemos julgar; espera-se apenas que evitemos julgamentos falhos. Além do mais, nossos julgamentos devem começar conosco: “Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verá claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão,” disse Jesus. Então continuou: “...Acautelai-vos dos falsos profetas...”. Isto também requer um julgamento; precisamos ser capazes de discernir a verdade da falsidade.

                Jesus usou a metáfora dos frutos para nos dar critérios apropriados para os julgamentos. “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis”. Devemos julgar as pessoas ( e a nós mesmos) pela qualidade dos frutos que produzem. Os frutos não podem ser julgados por valores terrenos, tais como boa aparência, mas devem ser julgados por valores celestiais. O fruto do Espírito produzido em nós e que tem valor eterno é: amor, alegria, paz (Gálatas 5:22).

                Nossa tendência é julgar pelas aparências, no entanto, Deus nos julga pelo que produzimos, e assim também deveríamos fazê-lo.

 

Nosso Andar Diário

Julie Ackerman Link

 

Seja lento em julgar os outros e rápido em julgar a si mesmo.

por Lívia Xavier

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal


Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressureição e a vida.” Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.
João 11:25




                 Na última Páscoa, quando entrei na igreja, vi minha amiga e a cumprimentei: “Feliz Natal!” Logo em seguida me corrigi: “Quero dizer: Feliz Páscoa!”

                Ela sorriu e disse: “Não dá para ter uma coisa sem a outra.”

                Que verdade! Sem Natal, não haveria Páscoa. E sem a ressureição, este dia seria simplesmente como qualquer outro. Na realidade, nem estaríamos na igreja.

                Natal e Páscoa são as comemorações mais alegres do ano para os cristãos. No Natal, celebramos a encarnação; Deus tornou-se carne e veio a este mundo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...”(João 3:16).

                Na Páscoa, celebramos a ressurreição de Jesus. “Ele não está aqui! Ressuscitou!”, disse o anjo. Desde o princípio estes dois dias estavam intrinsecamente ligados no plano mestre do Pai. Jesus nasceu para morrer por nossos pecados e,  vencer a morte, pra que nós pudéssemos viver.

                Qual das duas datas é a mais importante? Natal _ o nascimento do menino Jesus? Ou Páscoa _ a morte e ressurreição do homem, o Filho de Deus? Ambas são essenciais e evidências claras do amor do Pai por nós.

                Feliz Natal! E Feliz Páscoa!

 

Cindy H. Kasper

Nosso Andar Diário

 

Natal e Páscoa _ dois capítulos do mesmo livro.

 

Por Lívia Xavier

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Esta é a hora



 
Glória a Deus nas maiores alturas...
Lucas 2:14

 

                Durante a celebração do Natal em nossa igreja, observei os membros do coral reunindo-se à frente da congregação enquanto o maestro vasculhava alguns papéis sobre um fino pedestal preto. Os instrumentos começaram a tocar e os cantores começaram a entoar uma conhecida canção que começa com as palavras “Vem, esta é a hora da adoração”. Embora esperasse ouvir um clássico cântico de Natal, sorri pela escolha de uma música tão adequada.

                No início daquela semana, eu tinha lido a narração de Lucas sobre o nascimento de Jesus e percebera que o primeiro Natal não tinha nossas festas modernas, presentes e comemorações _ mas incluía adoração. Após o anjo anunciar o nascimento de Jesus a alguns pastores de olhos arregalados, um coral de anjos veio “...louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas...” (Lucas 2:13-14). Os pastores reagiram correndo até Belém, onde encontraram o Rei recém-nascido deitado numa manjedoura de estábulo. Eles voltaram aos seus campos “...glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto...”. Ficar face a face com o Filho inspirou os pastores a adorar o Pai.

                Hoje, reflita sobre sua reação à chegada de Jesus na terra. Existe espaço para a adoração em seu coração, neste dia que celebramos o Seu nascimento?

 

Jennifer Benson Schuldt

Nosso Andar Diário

 

O coral celestial desceu para cantar quando o Rei do céu desceu para salvar.

 

Por Lívia Xavier

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O poder da luz

 
...resplandeceis como luzeiros no mundo.
Fp 2:15
 
                Talvez alguns de nós não gostemos de poesia em especial. No entanto, às vezes, algumas linhas de um verso absorvem a nossa imaginação, assim como as seguintes linhas de Francis Thompson me absorveram: “ A lua inocente que nada faz a não ser brilhar, move todas as incansáveis ondas do mundo”.
                A lua está aproxidamente a 385 mil quilômetros da terra e é somente 1/400 do tamanho do sol. Sem nenhuma luz ou calor próprio, ele reflete o esplendor do maior corpo celestial. A lua parece ser relativamente insignificante. Todavia, ela move os oceanos do mundo por sua força gravitacional de forma quieta e quase imperceptível.
                A maioria de nós não parece ser alguém de muita influência ou muito conhecido. Não temos dons especiais, nem riqueza ou posição para ter grande influência na sociedade. Os nossos nomes não aparecem nos jornais, e não são mencionados na televisão. Podemos pensar que tudo o que nos resta fazer é praticar a nossa fé na rotina monótona do cotidiano. Mas, talvez, sem nos darmos conta, estamos influenciando os que nos cercam, através de nossas atitudes à semelhança de Cristo.
                Portanto, não nos preocupemos pela aparente falha de influência. Em vez disso, façamos o que Jesus mandou:                 “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16).
 
Nosso Andar Diário
Vernon C. Grounds
 
Mesmo a menor das luzes pode fazer especial diferença na mais escura das noites.
 
Por Lívia Xavier