Idioma/ Language

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
Idioma/ Language

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Vencendo a carne

 “Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer esse eu continuo fazendo. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:19,24)
                Estamos nos dias de carnaval, festa que, como o próprio nome diz, se refere à carne. Nela os homens dão vazão aos desejos mais extravagantes.
                Muitas vezes olhamos para as pessoas que usam esses dias para “se saciarem” e conseguimos apontar nelas todas as coisas que precisam abandonar. Mas fico a me perguntar: quem precisa vencer a carne? Elas? Ou todos nós? Até que ponto podemos dizer que já a derrotamos? Até que ponto já a dominamos e crucificamos? Não queremos julgar, mas julgamos, não queremos olhar, mas olhamos, não queremos falar, mas falamos. Isso é sinal de que ainda temos coisas que precisam ser vencidas. Não dá para olharmos pra elas e nos esquecermos de nós.
                O apóstolo Paulo dizia a respeito de sua própria vida: o mal que não quero continuo a fazer. Ele tinha ciência de que ainda tinha muito que melhorar. Com oração, vigilância constante e purificação pela Palavra ele vencia cada nova batalha do seu dia. Assim como Paulo, precisamos continuar firmes nessa luta, tendo desejo e postura adequados para que sejamos encontrados como pessoas que querem estar, a cada dia, mais perto do caráter de Cristo e sendo achadas disponíveis para o uso do Senhor, nunca nos esquecendo de olhar para nós mesmos e vencendo a carne diariamente.

Kenia Costa Gregorio

Texto extraído do Devocional Semear

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Julgar ou não julgar


 
Não julgueis para que não sejais julgados.
Mateus 7:1



                Existe melhor forma de dizer para as pessoas que cuidem dos seus próprios assuntos do que citar Jesus? Pessoas que raramente leem a Bíblia são rápidas em citar Mateus 7:1 quando querem calar alguém, cuja opinião não gostam. “Não julgueis, para que não sejais julgados” parece ser a resposta perfeita.

                Todavia, dentro do contexto, a passagem indica que, de fato, devemos julgar; espera-se apenas que evitemos julgamentos falhos. Além do mais, nossos julgamentos devem começar conosco: “Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verá claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão,” disse Jesus. Então continuou: “...Acautelai-vos dos falsos profetas...”. Isto também requer um julgamento; precisamos ser capazes de discernir a verdade da falsidade.

                Jesus usou a metáfora dos frutos para nos dar critérios apropriados para os julgamentos. “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis”. Devemos julgar as pessoas ( e a nós mesmos) pela qualidade dos frutos que produzem. Os frutos não podem ser julgados por valores terrenos, tais como boa aparência, mas devem ser julgados por valores celestiais. O fruto do Espírito produzido em nós e que tem valor eterno é: amor, alegria, paz (Gálatas 5:22).

                Nossa tendência é julgar pelas aparências, no entanto, Deus nos julga pelo que produzimos, e assim também deveríamos fazê-lo.

 

Nosso Andar Diário

Julie Ackerman Link

 

Seja lento em julgar os outros e rápido em julgar a si mesmo.

por Lívia Xavier

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Feliz Natal


Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressureição e a vida.” Quem crê em mim, ainda que morra, viverá.
João 11:25




                 Na última Páscoa, quando entrei na igreja, vi minha amiga e a cumprimentei: “Feliz Natal!” Logo em seguida me corrigi: “Quero dizer: Feliz Páscoa!”

                Ela sorriu e disse: “Não dá para ter uma coisa sem a outra.”

                Que verdade! Sem Natal, não haveria Páscoa. E sem a ressureição, este dia seria simplesmente como qualquer outro. Na realidade, nem estaríamos na igreja.

                Natal e Páscoa são as comemorações mais alegres do ano para os cristãos. No Natal, celebramos a encarnação; Deus tornou-se carne e veio a este mundo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...”(João 3:16).

                Na Páscoa, celebramos a ressurreição de Jesus. “Ele não está aqui! Ressuscitou!”, disse o anjo. Desde o princípio estes dois dias estavam intrinsecamente ligados no plano mestre do Pai. Jesus nasceu para morrer por nossos pecados e,  vencer a morte, pra que nós pudéssemos viver.

                Qual das duas datas é a mais importante? Natal _ o nascimento do menino Jesus? Ou Páscoa _ a morte e ressurreição do homem, o Filho de Deus? Ambas são essenciais e evidências claras do amor do Pai por nós.

                Feliz Natal! E Feliz Páscoa!

 

Cindy H. Kasper

Nosso Andar Diário

 

Natal e Páscoa _ dois capítulos do mesmo livro.

 

Por Lívia Xavier

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Esta é a hora



 
Glória a Deus nas maiores alturas...
Lucas 2:14

 

                Durante a celebração do Natal em nossa igreja, observei os membros do coral reunindo-se à frente da congregação enquanto o maestro vasculhava alguns papéis sobre um fino pedestal preto. Os instrumentos começaram a tocar e os cantores começaram a entoar uma conhecida canção que começa com as palavras “Vem, esta é a hora da adoração”. Embora esperasse ouvir um clássico cântico de Natal, sorri pela escolha de uma música tão adequada.

                No início daquela semana, eu tinha lido a narração de Lucas sobre o nascimento de Jesus e percebera que o primeiro Natal não tinha nossas festas modernas, presentes e comemorações _ mas incluía adoração. Após o anjo anunciar o nascimento de Jesus a alguns pastores de olhos arregalados, um coral de anjos veio “...louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas...” (Lucas 2:13-14). Os pastores reagiram correndo até Belém, onde encontraram o Rei recém-nascido deitado numa manjedoura de estábulo. Eles voltaram aos seus campos “...glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto...”. Ficar face a face com o Filho inspirou os pastores a adorar o Pai.

                Hoje, reflita sobre sua reação à chegada de Jesus na terra. Existe espaço para a adoração em seu coração, neste dia que celebramos o Seu nascimento?

 

Jennifer Benson Schuldt

Nosso Andar Diário

 

O coral celestial desceu para cantar quando o Rei do céu desceu para salvar.

 

Por Lívia Xavier

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O poder da luz

 
...resplandeceis como luzeiros no mundo.
Fp 2:15
 
                Talvez alguns de nós não gostemos de poesia em especial. No entanto, às vezes, algumas linhas de um verso absorvem a nossa imaginação, assim como as seguintes linhas de Francis Thompson me absorveram: “ A lua inocente que nada faz a não ser brilhar, move todas as incansáveis ondas do mundo”.
                A lua está aproxidamente a 385 mil quilômetros da terra e é somente 1/400 do tamanho do sol. Sem nenhuma luz ou calor próprio, ele reflete o esplendor do maior corpo celestial. A lua parece ser relativamente insignificante. Todavia, ela move os oceanos do mundo por sua força gravitacional de forma quieta e quase imperceptível.
                A maioria de nós não parece ser alguém de muita influência ou muito conhecido. Não temos dons especiais, nem riqueza ou posição para ter grande influência na sociedade. Os nossos nomes não aparecem nos jornais, e não são mencionados na televisão. Podemos pensar que tudo o que nos resta fazer é praticar a nossa fé na rotina monótona do cotidiano. Mas, talvez, sem nos darmos conta, estamos influenciando os que nos cercam, através de nossas atitudes à semelhança de Cristo.
                Portanto, não nos preocupemos pela aparente falha de influência. Em vez disso, façamos o que Jesus mandou:                 “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16).
 
Nosso Andar Diário
Vernon C. Grounds
 
Mesmo a menor das luzes pode fazer especial diferença na mais escura das noites.
 
Por Lívia Xavier

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Ele é digno de confiança

 
Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...Rm 8:28
 
                Quando citamos Romanos 8:28 geralmente começamos com as palavras: “...todas as coisas cooperam para o bem...” Mas, na realidade, o versículo começa assim: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...” O nosso conhecimento vem por meio da fé e através dela, podemos confiar que Deus nunca nos decepcionará.
                Li uma história sobre um naufrágio. Quando o único sobrevivente alcançou uma pequena ilha desabitada, ele orou a Deus para que o resgatasse, mas não recebeu a ajuda esperada. Com o passar do tempo, ele construiu uma choupana de madeira flutuante para se proteger. Certo dia, quando voltava de uma busca por comida, encontrou a sua cabana em chamas, a fumaça subia ao céu. Irado, ele gritou: “Deus por que fizeste isso comigo?” Na manhã seguinte, ele foi despertado por uma equipe de resgate. E, ele perguntou: “Como vocês souberam que eu estava aqui?” Eles responderam: “Vimos o teu sinal de fumaça.”
                O Pastor Lud Golz escreveu: “Às vezes, devido às dificuldades que Deus permite em nossos caminhos, o amor divino assemelha-se mais ao ódio. Entretanto, o resultado final sempre confirma a Sua verdadeira natureza.”
                Da próxima vez, quando parecer que a sua última esperança se foi como fumaça, lembre-se que  “conhecemos” o que é a verdade (Rm 8:28). Quando o Senhor diz que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, Ele quer dizer todas as coisas!
 
Nosso Andar Diário
Joanie E. Yoder
 
Deus pode provar a nossa fé, para que confiemos em Sua fidelidade.
 
Por Lívia Xavier